• Nômade

De volta ao presencial: como (re)conectar a equipe em um novo contexto?

As pessoas estão voltando ao presencial, porém, com a mesma mentalidade adquirida durante o trabalho remoto.


Após pouco mais de dois anos em que todos nós tivemos que nos adaptar rapidamente ao trabalho à distância, agora, estamos gradualmente voltando a ver uns aos outros pessoalmente no ambiente corporativo. Entretanto, o contexto dos escritórios não é mais o mesmo, e, da mesma forma, nós também não somos mais os mesmos de março de 2020.


Uma das principais descobertas coletivas desse período foi a experiência da flexibilidade no trabalho. Se antes era necessário cumprir ao menos 40 horas semanais presencialmente, agora, conseguimos manter a mesma produtividade – ou mais – a partir de qualquer lugar com acesso à internet. A adaptação ao trabalho remoto foi verdadeiramente um fenômeno com frutos positivos, mostrando, principalmente, a nossa capacidade de resiliência para superar os desafios.


A volta aos escritórios traz à tona novos ruídos e choques de expectativa quanto ao comportamento das pessoas que estão regressando a esses espaços. E isso se dá, em especial, por conta da ampliação das possibilidades evidenciadas durante o isolamento quanto à rotina de trabalho e ao relacionamento com os colegas.



Tempo e espaço para a conexão interpessoal

O principal contraste entre o trabalho presencial e o remoto é a questão da proximidade e do encontro presencial entre os colegas. No remoto, não temos um tempo e um espaço condicionados para a interação entre as pessoas, o que acaba excluindo a possibilidade de interações casuais e/ou aleatórias. Esse tipo de contato gera informações importantes para a criação de vínculo entre as pessoas, fazendo com que elas conheçam umas às outras além do trabalho. Esses momentos são, por exemplo, a famosa pausa para o café, a small talk do elevador, a festa da firma, a reunião motivacional, o comentário aleatório para o colega do lado ou da frente, entre outros.


No ambiente online, ficamos mais formais, objetivos e orientados para as tarefas, às vezes sem tempo de trocar ideias fora do assunto do trabalho. Isso acontece porque acabamos tendo menos momentos de contato informal durante as reuniões dos times.


Mesmo com a volta gradual aos escritórios, já se observa uma nova tendência no comportamento: as pessoas estão voltando ao presencial, porém, com a mesma mentalidade do trabalho remoto. Assim, mesmo convivendo novamente com os colegas no mesmo espaço, as pessoas seguem conectadas digitalmente, em suas “caixinhas”, na mesma rotina de reuniões online e troca de mensagens virtuais para dar conta dos fluxos de tarefas. Dessa maneira, os momentos de interação também diminuíram, mesmo com a volta da presença física.



Online, presencial ou híbrido?

Recentemente, o bilionário Elon Musk, dono e CEO da Tesla, teve um de seus e-mails internos vazados, no qual determinava que na sua empresa “o trabalho remoto não era mais aceitável”, a não ser em casos especiais que seriam decididos por ele.


A justificativa de Musk é que a Tesla precisa ser “hardcore e exigente”, pois ela disputa com grandes players do mercado, desafiando o status quo das grandes montadoras de carros movidos a combustíveis fósseis. A mensagem viralizou nas redes sociais e fez surgir o debate sobre qual modelo de trabalho seria o mais ideal no momento em que vivemos hoje.


A resposta é que isso depende de cada organização e do que faz mais sentido para ela. Mesmo assim, o trabalho híbrido – em que os colaboradores se dividem entre tempo parte remoto e parte presencial no escritório – tem ganhado destaque pela possibilidade de obter o melhor dos dois mundos: a sinergia e a flexibilidade.



Team Building para integrar a equipe, onde quer que ela esteja

A volta total ou parcial aos escritórios deve ser um foco de atenção redobrada. Por conta dessa diminuição do tempo de contato entre as pessoas, os gestores devem se preocupar em fazer o melhor possível para integrar a equipe.


Sabemos que as pessoas não trabalham de maneira colaborativa somente por estarem nos mesmos espaços. Portanto, as atividades que formalizam e tornam conscientes as interações e as trocas são muito importantes para este contexto em que o tempo juntos está mais escasso. É preciso tornar esses momentos mais especiais e estratégicos, e essa é a missão do Team Building.


O TB é essencial para que as equipes ganhem sinergia, maior conexão entre as pessoas para que elas reconheçam umas às outras, estimulando o compartilhamento de ideias no trabalho de maneira mais produtiva e saudável.


Quando os integrantes de uma equipe se conhecem melhor, é possível estabelecer laços de confiança, que são parte crucial para sustentar um propósito de trabalho em comum.




GIZ: Team Building para a integração e sinergia

Um bom exemplo do uso do Team Building para integrar a equipe nesse momento de volta aos escritórios foi o nosso case com a GIZ – sigla, em alemão, para Companhia Alemã de Cooperação Internacional.


A representação no Brasil da GIZ desejava realizar o Team Building presencial para integrar a sua equipe que já vinha trabalhando de maneira remota durante toda a pandemia. Logo, as pessoas nunca haviam se visto pessoalmente. Realizamos uma atividade de circuito integrado, que é um conjunto de dinâmicas que promovem a abertura e estimulam os colaboradores a fazer um olhar crítico e criativo sobre a sua maneira de trabalhar, buscando melhorar as suas relações do cotidiano e aumentar o entendimento.


Você pode conferir o case completo da GIZ aqui no blog!






25 visualizações