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Motivos para sua organização desenvolver líderes preparados para o futuro

21 Aug 2019

 

Aron, Co-Fundador e Diretor da Nômade, responde às principais dúvidas que surgem ao pensar em implementar um programa de desenvolvimento de lideranças:

 

As organizações vivem um contexto exigente do ponto de vista de adaptação. O cenário de desenvolvimento de um negócio muda com muita rapidez, não existe uma perspectiva de segurança como existia alguns anos atrás. 

 

As relações de consumo são cada vez mais dinâmicas, as pessoas mudaram. Isso parece óbvio. Mas na prática, quando as lideranças são demandadas a propor alguma solução, não é tão simples assim. Isso acontece, porque existem vários gaps que precisam ser resolvidos.

 

Por que as grandes e médias empresas precisam orientar lideranças?

 

Existe uma necessidade latente no mercado de desenvolver as pessoas para solucionar problemas complexos. É preciso ajudar as lideranças a criarem valor de uma forma diferente daquelas que a empresa já realizou. Esse desenvolvimento exige um deslocamento de olhar para, justamente, tensionar um processo saudável, mobilizador e que consiga trazer uma apropriação crítica. 

 

Como propor a resolução de uma nova estratégia enquanto modelo de negócio ou a solução de produto/ serviço ou novo processo?

 

Para dar conta dessas questões, existem algumas possibilidades que a Nômade desenhou com a finalidade de contribuir de maneira efetiva. Além de uma nova forma de pensar, que sem dúvida é uma camada bastante importante, a gente ajuda a colocar outra lente para perceber o mundo. 

 

Quando falamos desta nova forma de olhar o mundo, consideramos um contexto de complexidade, onde existem múltiplas relações de influência acontecendo a todo tempo. Então, só aí já separamos uma perspectiva linear e cartesiana de enxergar os problemas de uma perspectiva complexa e interdependente. 

 

Pensar diferente é suficiente para promover mudanças?

 

Não. É preciso olhar de outra forma, mas também colocar em prática tecnicamente.  A nossa metodologia para esse tipo de programa oferece um desenvolvimento aspiracional, voltado para o desenvolvimento de critical thinking.  Mas também constrói um percurso vivencial, mais prático para o negócio, focando nas questões que estão sendo exigidas. O equilíbrio de conseguir trazer essas duas perspectivas foi o que a Nômade aprendeu a fazer com excelência ao longo dos anos. 

 

Existem metodologias que podem auxiliar os líderes a desenvolver seu potencial e contribuir de maneira assertiva nos desafios da empresa?

 

Sim, o design colaborativo ou codesign e as ferramentas de assessment. O codesign é uma metodologia que desenvolve uma liderança facilitadora, que constrói um repertório de ferramentas de projetos voltados para a inovação. Já as ferramentas de assessment conectam no mesmo projeto para olhar a particularidade daquele líder. 

 

O assessment contribui para que o líder conheça melhor e com mais profundidade o seu perfil, descobrindo como exercer a função com mais potência e aprofundando aspectos que precisam ser aprimorados. As duas juntas impulsionam uma liderança com maior propriedade.

 

Líderes de que áreas precisam dessas ferramentas?

 

Os projetos que a Nômade faz se aplicam às mais diferentes áreas: Marketing, Comercial, RH, Operações, Administrativo, P&D, etc. São metodologias transversais para diferentes níveis de liderança (alta, média, C level). Depende da necessidade da organização.

 

A Nômade não trabalha em uma perspectiva de treinamento. Nesse sentido, é superimportante que esse percurso de desenvolvimento de liderança tenha um território de prática, que não é um território simulado, é um território vivo, totalmente relacionado com o negócio.

 

Por que conectar o desenvolvimento de liderança com o negócio?

 

A gente acredita muito que um processo de aprendizagem e de apropriação crítica exige uma experimentação. Então, quanto mais conectada com questões reais do negócio, mais entrega é possível realizar junto com as lideranças.

 

A proposta é sair do mundo simulado e entrar no dia a dia que as lideranças estão vivendo. São pessoas que vivem intensamente as questões de negócios. É um desperdício promover um processo de desenvolvimento de lideranças que não tenha uma cola com as questões de negócio. É uma perda de energia. Não faz sentido fazer de outro jeito.

 

O mundo organizacional não tem tempo de simular situações, a gente se desenvolve à medida em que experimenta coisas que irão favorecer imediatamente o negócio. Trabalhamos em uma perspectiva de fast learning: como eu aprendo rápido, testo e experimento rápido para gerar ciclos evolutivos cada vez mais curtos.

 

Na Nômade, você pode contar alguma experiência em que essas técnicas foram importantes?

 

Quando fizemos o projeto com a Nike de desenvolvimento de lideranças, o Next Gen, obtivemos retornos surpreendentes das pessoas que participaram. Uma das pessoas comentou o quanto a metodologia ofertou para que fosse possível compreender a cultura do design em relação ao desenvolvimento de soluções dentro da organização.

 

Um outro feedback do quanto o processo possibilitou uma visão sistêmica da organização. Pessoas que geralmente estão vinculadas a uma área específica, com o nosso projeto, conseguiram ter uma leitura mais ampla do funcionamento da empresa. Foi praticamente unânime a percepção de valor em relação às técnicas de assessment. 

 

Com a Mercur, que foi um outro exemplo que a gente trabalhou nessa linha, o projeto Diversidade na Rua conseguiu materializar o posicionamento da organização, existe até hoje e dá resultados. Tem um reconhecimento do quanto conseguimos tangibilizar uma nova forma da indústria atua, como a indústria se próxima e cria junto com as pessoas.

 

Qual o primeiro passo para uma empresa que quer inovar e motivar suas lideranças?

 

Para uma empresa inovar em relação às lideranças, primeiro deve existir um contexto de vontade em querer inovar em determinado aspecto. Muito se fala e pouco se pratica os processos de inovação. Existe um contexto de extrema aversão ao risco, que os processos de inovação oferecem.

 

A empresa precisa estar confortável em relação a investir em um processo no qual é difícil prever os resultados com precisão. É necessária uma consciência de desenvolver um percurso. 

 

Quando iniciar o processo de inovação na empresa?

 

Os processos de inovação que são reativos acabam entrando em tensão para obter resultados em um curtíssimo prazo, o que acaba sendo ilusório. Mas os processos de inovação que entram para antecipar um movimento de mercado ou uma futura necessidade, são processos mais ganhadores.

 

Por que buscar consultoria para processos de desenvolvimento de liderança e inovação?

 

A figura de agentes externos contribui com uma abordagem que impulsiona para o processo de inovação acontecer. Algumas organizações entendem que conseguem dar conta sozinhos. Mas os grandes exemplos de empresas inovadoras que conseguem superar barreiras de mercado e reinventam seus modelos de negócios, produtos e serviços, sempre contam com inputs externos.

 

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