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OS DESAFIOS DE OPERAR NEGÓCIOS DENTRO DE UM NOVO PARADIGMA

17 Aug 2017

 

 

Quando uma empresa decide ser orientada pelo seu propósito, grandes mudanças são exigidas. Isso não significa esquecer o resultado, porém, colocá-lo como suporte, e não mais como norteador, gera transformações profundas no comportamento e nas atitudes de todos os colaboradores.

 

No vídeo abaixo, Isabelle Kocher, CEO da Engie (uma multinacional do setor de energia), fala sobre as transformações que o negócio está passando por ter assumido que seria coerente em relação ao seu “common sense of purpose” (senso de propósito comum).

 

 

 

 

É uma mudança de modelo mental muito desafiadora, isso porque a lógica de orientação focada apenas em resultado está consolidada em nossa cultura. E, se por um lado, essa estratégia tradicional vem sendo questionada por alguns diretores, por outro, a maior parte da organização e suas lideranças ainda entendem o caminho da maximização do lucro como sendo o indicador mais adequado. Então, ainda que muitas organizações de grande porte e relevância já tenham adequado o seu discurso e claramente se posicionem segundo propósitos de bem comum, a transformação no nível operacional da gestão ainda está distante.

 

Estou trazendo essa informação não por uma visão pessimista, mas por um convite de olharmos juntos para um mesmo ponto de ação: “como transformar os discursos de inovação de impacto e sustentabilidade em novas práticas de fazer negócio?”. A perspectiva de relevância da ideia já foi conquistada, agora temos que levar para o nível operacional. Ou seja, o que aparece é a dificuldade do “como fazer diferente?”, isso porque as gerências ainda têm como base de mensuração de sucesso indicadores puramente financeiros. Se a régua mede apenas em uma escala, fica difícil mensurar novas medidas.

 

Em maio/junho de 2017, a Nômade realizou um projeto junto aos colaboradores de RH das diferentes empresas da Engie Brasil (são cinco diferentes negócios). Nossa missão foi promover maior sinergia e colaboração no grupo para que atendam sua recente tarefa de trabalhar a gestão cultural da companhia orientada pela nova visão estratégica e seus direcionadores: “Transformar a relação das pessoas com a energia para um mundo sustentável” e “Orientar as ações segundo as diretrizes da Descarbonização, Descentralização e Digitalização”.

 

Cartazes desenvolvidos pela Nômade, utilizados na ambientação do espaço com objetivo de refletir e inspirar a equipe Engie Brasil no processo de trabalho.

 

 

Um dos grandes desafios de se trabalhar orientado pelo propósito é entender o que ele significa e quais as condições são colocadas, pois uma coisa é certa, não se quer continuar trabalhando da mesma forma que se trabalhava, ou seja, a mudança é no comportamento e nas atitudes.

 

A proposta da Nômade foi ajudar o time de RH na criação do seu mapa de desenvolvimento, com o objetivo de conseguir visualizar os elementos que fazem parte do processo e, assim, possibilitar a organização das ações, de forma clara e consciente.

 

No processo foram trabalhados os seguintes pontos:

 

Desenho de Processo. Esse fluxo orienta os conteúdos que foram trabalhados no processo de

descoberta do time de RH Engie Brasil.

 

 

O conteúdo deste trabalho diz respeito exclusivamente ao time de RH da Engie Brasil, e é interessante destacar aqui a importância de trazer visualidade para a compreensão dos processos, ainda mais quando são complexos e possuem multicamadas, como quando tratamos de comportamentos e relações humanas. Além disso, conseguir identificar dispositivos que podem ser facilitadores e os elementos que bloqueiam a transformação também contribui muito para a orientação e clareza aos caminhos.

 

São pessoas que vão gerar mudanças em pessoas dentro da organização, estas vão agir como orquestradoras, convidando e articulando novas práticas de fazer e novas formas de mensurar os impactos.

 

 

Esse texto foi escrito pelo Daniel Caminha e enviado para quem assina o Gulliver, a newsletter da Nômade.

 

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