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	<title>Estúdio Nomade</title>
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	<description>Inteligência em Relação</description>
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		<title>Outros 365 dias de transvenção</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Jan 2013 19:05:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>estudionomade</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>&#8220;Transvenção&#8221; é conceito das ciências sociais que expressa uma ação que tem como ética a colaboratividade. Além disso, é uma nova atitude, um novo modo de agir que se caracteriza pela hiperconectividade, interações abertas e permeabilidade em rede. O Grupo Nômade &#8230; <a href="http://www.estudionomade.com.br/blog/outros-365-dias-de-transvencao/">&#43;</a></p><p>O post <a href="http://www.estudionomade.com.br/blog/outros-365-dias-de-transvencao/">Outros 365 dias de transvenção</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.estudionomade.com.br">Estúdio Nomade</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Transvenção&#8221; é conceito das ciências sociais que expressa uma ação que tem como ética a colaboratividade. Além disso, é uma nova atitude, um novo modo de agir que se caracteriza pela hiperconectividade, interações abertas e permeabilidade em rede.</p>
<div id="attachment_2685" class="wp-caption aligncenter" style="width: 650px"><a href="http://www.estudionomade.com.br/wp-content/uploads/2013/01/2012-12-21-17.37.57.jpg"><img class=" wp-image-2685 " alt="" src="http://www.estudionomade.com.br/wp-content/uploads/2013/01/2012-12-21-17.37.57-1024x1024.jpg" width="640" height="640" /></a><p class="wp-caption-text">Obras de Sauê Ferlauto &#8211; transvenção</p></div>
<p>O Grupo Nômade deseja que, em 2013, as oportunidades trans multipliquem-se: que conexões sejam feitas, que caminhos sejam cruzados, que as ideias pipoquem, que as realidades se reinventem.</p>
<p>A todos os nossos parceiros, um ótimo recomeço!</p>
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		<title>Afinal de contas, o que estamos fazendo?</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Dec 2012 19:36:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>estudionomade</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Com o objetivo de reconhecer a si próprio, o homem tem a capacidade de se auto-observar, pensar sobre seus atos e avaliar suas ações. Assim, consegue caminhar de forma mais segura e consciente. Da mesma forma, as organizações também podem &#8230; <a href="http://www.estudionomade.com.br/blog/afinal-de-contas-o-que-estamos-fazendo/">&#43;</a></p><p>O post <a href="http://www.estudionomade.com.br/blog/afinal-de-contas-o-que-estamos-fazendo/">Afinal de contas, o que estamos fazendo?</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.estudionomade.com.br">Estúdio Nomade</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Com o objetivo de reconhecer a si próprio, o homem tem a capacidade de se auto-observar, pensar sobre seus atos e avaliar suas ações. Assim, consegue caminhar de forma mais segura e consciente. Da mesma forma, as organizações também podem refletir sobre suas escolhas. A auto-observação é uma atividade difícil e que precisa ser exercitada. Do contrário, corremos o risco de perder o sentido, o propósito que dá valor à vida ou ao negócio.</p>
<p>O Estúdio Nômade completará cinco anos de atividade em 2013. Nesse momento, percebemos a necessidade de reconhecer nossa trajetória e expor ao mundo o que faz sentido pra nós.</p>
<p>Desde o princípio a intenção foi aproximar linguagens artísticas às propostas de comunicação das organizações. Com um entendimento de construção conjunta com a sociedade, tínhamos a certeza de que qualquer organização tem uma necessidade existencial que extrapola seu produto, mas que está profundamente conectada com as pessoas. Dessa forma, a cultura, como expressão manifestada em processos visuais, sensoriais e afetivos (com o uso de ferramentas que criam lógicas criativas de interação crítica e apropriação do entorno), foi uma descoberta fantástica (Isso fez todo o sentido!). Passamos a criar projetos que dialogassem com esse fundamento, colocando a verdade e os valores da instituição em contato com as pessoas que poderiam vibrar junto delas.</p>
<p>Junto com essa descoberta e na evolução dela, começamos a encontrar outras pessoas que também estavam buscando mostrar esse outro mundo para as organizações que ainda viviam “desconectadas do seu sentido”. Para intensificar nossas atividades em rede, desenvolvemos a partir do núcleo independente da Estúdio Nômade alguns projetos autorais que ganharam vida própria: Estante Pública e Exorcismos Urbanos (ambos premiados pela Funarte com bolsas de incentivo à produção em artes visuais e produção crítica para internet, respectivamente).</p>
<p>Cresceu a convicção e a missão do Grupo Nômade. Passamos a realizar projetos para empresas e, ao mesmo tempo, mantivemos nosso braço de criação autoral, também ficou clara:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Queremos que todas as organizações, públicas e privadas, encontrem sua própria capacidade para desenvolver novas formas de relacionamento com a sociedade, de forma a criar valor compartilhado para seus produtos/serviços e que essa relação aconteça de maneira inventiva, sendo geradora de autonomia para as pessoas.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Uma missão bastante ousada. Mas, quando se sabe claramente o que se quer, é possível encontrar abertura e acolhimento para um trabalho conjunto. Foi o caso da AES Sul que vem desenvolvendo iniciativas de alto valor compartilhado, grande impacto e entrega social. O projeto Ser Árvore é um exemplo disso.</p>
<p><a href="http://www.estudionomade.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_9240.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2679" title="" src="http://www.estudionomade.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_9240-300x219.jpg" alt="" width="300" height="219" /></a></p>
<p>Quando a intenção é verdadeira ela reverbera. Começamos a encontrar pessoas, empreendedores, que tinham projetos e queriam colocá-los, desde seu princípio, orientados de forma a serem congruentes com seus valores.</p>
<p>O desenvolvimento desses projetos e os estudos nessa área de novos negócios impactaram fortemente a maneira como percebíamos o mercado e a sociedade. Agora tínhamos mais referencial para desenvolver projetos que tivessem essas características. Com isso lançamos o terceiro projeto da Nômade Ind: TransvençãoLAB.</p>
<p>Hoje tratado diretamente como TransLAB, o laboratório é uma proposta de espaço aberto para o desenvolvimento de projetos de inovação social para a cidade. Aqui conseguimos experimentar uma série de princípios que orientam processos de cocriação e planejamento de negócios sociais. Esses processos têm como principal objetivo criar um impacto positivo nas relações entre pessoas e a cidade em diferentes áreas como saúde, meio ambiente, mobilidade, educação e cultura. A ideia foi trabalhada e a empreitada foi mais uma vez reconhecida: em 2012 recebemos o primeiro prêmio nacional de Economia Criativa, chancelando todos os esforços feitos em direção à assimilação do conceito de “economia criativa”, base para uma série de atividades que já vínhamos realizando.</p>
<p>O desenvolvimento do laboratório (mediaLab) intensificou o contato da Nômade com outros grupos, que da mesma forma vêm buscando mostrar para o mercado que é necessária outra forma de se relacionar com o público.</p>
<p>Os investimentos em transações conhecidas como público-privadas serão cada vez maiores e precisamos criar novas metodologias para abrir uma conversa transparente, criativa e alegre, sem paralisar o desenvolvimento da cidade, mas respeitando necessidades de inclusão social que beneficiem de forma transversal a comunidade.</p>
<p>Ainda esse ano, viajamos ao sul do estado para desenvolver um novo programa de relacionamento para a marca Estaleiro Rio Grande. Este possui três atividades que são independentes, mas se cruzam.</p>
<p><a href="http://www.estudionomade.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_1052.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2680" title="" src="http://www.estudionomade.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_1052-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a></p>
<p>Seguindo essa intenção, mas agora voltado especialmente ao público interno da organização, desenvolvemos o projeto EU MAIS junto com a Natura, uma proposta de estímulo ao  intra empreendedorismo, voltada  para reflexão prática de como as consultoras natura podem aproveitar seus recursos e habilidades como vendedoras para criar projetos que olham para os problemas sociais como oportunidades desafiadoras.</p>
<p>Estamos vibrando com todas as possibilidades que existem nesse novo paradigma que está sendo desbravado. Acreditamos que a transformação se faz de dentro para a fora, que é fundamental entender, dialogar e estabelecer boas parcerias dentro do sistema e junto com o capital, para poder repensar e propor outros formatos de produção e consumo. Somos parceiros de diversos movimentos e estamos ativos neles, não importa a figura jurídica, importa o propósito. Se faz sentido pra você, então segue em frente. Nós vamos com tudo!</p>
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		<title>DEcrescimento: qual é o limite do sistema?</title>
		<link>http://www.estudionomade.com.br/blog/decrescimento-qual-e-o-limite-do-sistema/</link>
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		<pubDate>Wed, 12 Dec 2012 01:20:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>estudionomade</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>A corrida acelerada pelo desenvolvimento econômico parece ser a grande oportunidade de inclusão e pertencimento que o sistema capitalista sugere aos países mundanos. A ansiedade generalizada pelo crescimento desenfreado esquece-se de compreender que um sistema de aceleração infinita, não é &#8230; <a href="http://www.estudionomade.com.br/blog/decrescimento-qual-e-o-limite-do-sistema/">&#43;</a></p><p>O post <a href="http://www.estudionomade.com.br/blog/decrescimento-qual-e-o-limite-do-sistema/">DEcrescimento: qual é o limite do sistema?</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.estudionomade.com.br">Estúdio Nomade</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A corrida acelerada pelo desenvolvimento econômico parece ser a grande oportunidade de inclusão e pertencimento que o sistema capitalista sugere aos países mundanos. A ansiedade generalizada pelo crescimento desenfreado esquece-se de compreender que um sistema de aceleração infinita, não é compatível dentro um mundo finito. Uma série de efeitos colaterais vai se somando ao longo dos anos de expansão de uma economia globalizada e não são contabilizados de forma devida para garantirem uma sustentabilidade do modelo. Os recursos naturais como insumo básico da existência da vida já estão ameaçados em vários sentidos. Não faltam informações que abordam permanentemente essas questões, por ora midiáticas ao extremo. Desempenham seu papel de mostrar para as pessoas que o mundo está sentindo uma pressão indevida e já dá sinais de um horizonte de colapso. A compreensão urgente do resgate de um decrescimento econômico se faz necessário. <a href="http://vimeo.com/41693922">Latouche </a>há muito tempo atrás falou nisso e merece toda a atenção para a leitura de sistema que é feita.</p>
<p>A indústria que estimula o consumo em um ritmo forte de inovação não consegue frear suas ambições vorazes de competição e busca por uma liderança idealizada. Por outro lado, encontram-se as pessoas da sociedade civil que são classificadas dentro de um paradigma mercadológico por consumidores ou, até mesmo, <em>shoppers</em>. O consumo de qualquer valor simbólico como formador da identidade do sujeito representa uma realidade que constitui as bases de uma sociedade pós-moderna. Não existe consumo desassociado de significados. As pessoas consomem cada vez mais aquilo que faz sentido para elas. As práticas de consumo traduzidas pela aquisição, o uso, a apropriação e a reelaboração, são hiperestimuladas por incansáveis técnicas midiáticas que se renovam para acompanhar novos processos de cognição, que ditam novas formas de interação e experiências desejadas pelas pessoas. Neste sentido, o consumo acaba por satisfazer mais as vontades do que as necessidades. Dentro desse contexto, começam a aparecer pessoas interessadas em restabelecer uma nova lógica de consumo menos materialista e mais sensível a processos de construção de uma sociedade mais colaborativa. Um consumo consciente ou um consumo mais crítico que se proponha a desenvolver um valor compartilhado e distribuído.</p>
<p>A cultura hedonista de massa que as pessoas buscam adequar para suas vidas são confrontadas pela ilusão que também podem levar a um prazer. A isso se atribui a noção de auto-ilusão. No ato do desejo já se dá o consumo. Entretanto, como as pessoas se relacionam com essa nova intenção de desenvolvimento de um mundo mais colaborativo e como começam a aplicar esse sentimento a seu comportamento de consumo?</p>
<p><a href="http://www.estudionomade.com.br/wp-content/uploads/2012/12/img_post.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-2654" title="decrescimento econômico" src="http://www.estudionomade.com.br/wp-content/uploads/2012/12/img_post.jpg" alt="" width="1000" height="749" /></a></p>
<p>A noção de <a href="http://www.hbrbr.com.br/materia/criacao-de-valor-compartilhado">valor compartilhado</a> abordada por Michael Porter nos mostra que é necessário reconhecer as necessidades da sociedade para muito além das necessidades econômicas tradicionais. “Trata-se, antes, de aumentar o bolo total do valor econômico e social”, argumenta Porter. Sendo assim, a relação de consumo com as marcas vem se transformando para um novo formato de significação. A sociedade vive um momento de profunda resignificação e sociedades em rede estão emergindo. Redes mais distribuídas do que centralizadas surgem por todas as partes. Além disso, a interatividade entre as pessoas aumenta o que significa uma inteligência coletiva já está se manifestando. Aliado a esse contexto, surge a necessidade e o estímulo de processos de <em>open source</em> que de forma disruptiva, transformam a relação de consumo para processos <em>do it yourself</em>. Por um lado, as pessoas começam a se questionar com relação ao consumo de produtos e serviços que pertencem a marcas que não estão inseridos em um contexto de colaboração com uma sociedade mais equilibrada. Por outro, as pessoas começam a criar novos padrões de consumo altamente influenciados pela cultura do desejo de liberdade, não dependência, transparência e da transformação social positiva para um mundo mais justo, mais humano e menos desigual. Ou seja, as pressões para um novo cenário do consumo aumentam de forma orgânica, natural. É o sistema que se auto-regula.</p>
<p>O consumo não deixará de existir nessa nova relação que está acontecendo e se moldando a cada dia. As marcas começam a buscar um entendimento desse movimento e tentando compor um reposicionamento de mercado mais coerente com esse novo paradigma. As pessoas clamam por uma revisão dos valores que respeite um resgate da convivência social pautada por justiça das relações. As desigualdades, que já são criticadas há muito tempo, começam a ganhar alternativas práticas de uma nova organização de mundo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: right;"><em>Aron K.L.</em></p>
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		<title>Você tem risco de quê?</title>
		<link>http://www.estudionomade.com.br/projetos/voce-tem-risco-de-que/</link>
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		<pubDate>Wed, 04 Jul 2012 14:10:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Cliente: AES Sul
Realização: Estúdio Nômade
Projeto: Você tem risco de quê? 
Maio de 2012</p><p>O post <a href="http://www.estudionomade.com.br/projetos/voce-tem-risco-de-que/">Você tem risco de quê?</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.estudionomade.com.br">Estúdio Nomade</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Cliente:</strong> AES Sul<br />
<strong>Realização:</strong> Estúdio Nômade<br />
<strong>Projeto:</strong> Você tem risco de quê?<br />
<strong>Maio de 2012</strong></p>
<p>Encomendado para integrar o programa “Imprudência Nunca Mais”, realizado todos os anos pela companhia AES Sul, tem o objetivo de trabalhar a prevenção de acidentes e a sensibilização para o uso de equipamentos de segurança no trabalho, “Você tem risco de quê?” é uma proposta que instiga o público a pensar sobre seu cotidiano e identificar os elementos decisivos para garantir a sua segurança. A percepção do risco foi a temática central dessa atividade que percorreu 18 cidades do estado do RS.</p>
<p>O projeto teve foco direcionado para os colaboradores eletricistas da companhia AES Sul, que estão em constante atividade de risco em suas tarefas. “Você tem risco de quê?”propôs uma sequência de quatro exercícios que juntos conduzem uma reflexão prática sobre como os técnicos percebem e reagem a possibilidade do risco. Dois personagens, um membro do Exército Brasileiro e uma Psicóloga de Grupos, conduziam o público nessa imersão que assumia diferentes formatos, desde trabalho em grupo até desafios individuais.</p>
<p>Toda a proposta baseou sua construção nos preceitos da aprendizagem organizacional. Estudos contemporâneos vêm buscando entender como uma organização pode aprender a superar suas limitações a partir da inteligência desenvolvida pelas próprias pessoas que compõem a empresa. Um dos pontos encontrados para facilitar esse processo é justamente a capacidade de aprender, este comportamento qualificado está diretamente conectado com a disposição dos indivíduos em compartilharem opiniões e percepções sobre o seu entorno. Além disso, a possibilidade de que a informação compartilhada ganhe sentido no momento em que é transmitida também é importante.</p>
<p>Os exercícios propostos em “Você tem risco de quê” trabalharam na integração da equipe, facilitando o reconhecimento do sistema onde estão todos inseridos, os diferentes elementos que compões essa teia de relações (empresa, família, amigos, colegas, tarefas, etc) sendo percebidos por todos de forma ilustrativa. A identificação das pessoas no ambiente ajuda para que se posicionem e valorizem seus atos. Somado a isso, o projeto ofereceu um importante aprendizado prático se valendo de uma espécie de desafio que trazia uma situação de risco para ser vivenciada. A reação a esse estímulo foi uma grande fonte de reflexão.</p>
<p>Para entender de forma mais completa as atividades, preparamos um vídeo que apresenta de forma didática o que foi realizado:<br />
<iframe src="http://player.vimeo.com/video/43674638" frameborder="0" width="620" height="460"></iframe></p>
<p>O post <a href="http://www.estudionomade.com.br/projetos/voce-tem-risco-de-que/">Você tem risco de quê?</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.estudionomade.com.br">Estúdio Nomade</a>.</p>]]></content:encoded>
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		<title>Mercado de que arte mesmo?</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Jul 2012 13:22:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>estudionomade</dc:creator>
				<category><![CDATA[arte]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>“só tem dinheiro quem gosta de dinheiro”. Carioca, economista, maior colecionador de gravuras do Brasil e em determinado momento da sua fala que tive o privilégio de escutar na Galeria Subterrânea há umas semanas atrás, esta figura me solta essa &#8230; <a href="http://www.estudionomade.com.br/blog/mercado-de-que-arte-mesmo/">&#43;</a></p><p>O post <a href="http://www.estudionomade.com.br/blog/mercado-de-que-arte-mesmo/">Mercado de que arte mesmo?</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.estudionomade.com.br">Estúdio Nomade</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>“só tem dinheiro quem gosta de dinheiro”. Carioca, economista, maior colecionador de gravuras do Brasil e em determinado momento da sua fala que tive o privilégio de escutar na <a href="http://www.subterranea.art.br/">Galeria Subterrânea</a> há umas semanas atrás, esta figura me solta essa frase emblemática. George Kornis é a sua graça. Talvez nunca tivesse escutado alguém falar de forma tão apropriada de dados e projeções de movimentação do mercado de arte. Segundo ele, o mercado internacional de arte movimenta cerca de 20 bilhões de dólares por ano, tendo Nova Iorque e Londres (juntas representam ¾ do todo) como as principais praças financeiras. O Brasil representa cerca de 0,25 a 0,50% de share deste mercado. Ou seja, uma fatia quase insignificante frente ao todo que circula. Como não se trata de um mercado auditado, os dados acabam ficando dúbios, mas é possível fazer uma análise frente ao que é divulgado de algumas fontes que parecem ser confiáveis. Quem constitui esse mercado são grandes galeristas, comerciantes, grandes colecionadores e instituições públicas ou privadas. No Brasil, é a cidade de São Paulo que representa 60% da participação no volume de transações dentro desse mercado da arte. Logo atrás, está o Rio de Janeiro com 20%, segundo George. A “periferia avançada” é o Rio Grande do Sul e Minas Gerais em termos de expressividade. Mas a realidade é que o mercado gaúcho beira a insignificância quando estamos falando de representatividade.</p>
<p>Obras de arte devem ser encaradas como um investimento. Obras de arte também são produtos e, como qualquer produto, ele precisa se enquadrar em um padrão de consumo de determinado nicho para ser bem sucedido. Isso é absolutamente controverso quando entramos em uma leitura sobre como se organiza o mercado profissional da arte, a partir do instante que a figura do galerista, ou algum outro influenciador, começa a tensionar ou direcionar a produção do artista para que seja atendido determinado nicho de consumidores que está sedento por comprar tal perfil de obra. Estaríamos diante de um processo de autoralidade conduzida e isso em termos mercadológicos está perfeito. Porém, esse processo também pode ser motivado através de uma leitura do próprio artista em produzir trabalhos mais comerciais. Essa regulação da dose criativa entre o comercial e o autoral talvez seja a grande busca dos artistas inseridos no mercado profissional de arte. É complexo, porém as variáveis que impactam a produção do artista são identificáveis para que se entenda o sentido disso. É a revelação do artista como marca. E marcas precisam vender. Para vender precisa de uma estratégia e uma adequação de mix de marketing. Damien Hirst é um destes artistas de mercado. Seu <a href="http://www.damienhirst.com/">site </a>tem até uma loja virtual. É um bom case para entender a curva de mercado que ele alcançou.</p>
<p><a href="http://www.estudionomade.com.br/wp-content/uploads/2012/07/mercadodearte.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2606" title="mercadodearte" src="http://www.estudionomade.com.br/wp-content/uploads/2012/07/mercadodearte.jpg" alt="Obra de Hirst." width="1000" height="749" /></a></p>
<p>Ao traçar um comparativo com o mercado de luxo nacional (um mercado aberto e amplamente bem comunicado, porém restrito e com características de comportamento de compra que se assemelham ao mercado de arte, principalmente pelo atributo “status”) que movimenta cerca de 8 bilhões de dólares, é possível entender o potencial que o mundo da arte proporciona para a economia. Ou seja, o mercado de luxo se vale de ferramentas de marketing e construção de marcas para permanentemente persuadir e ampliar sua base de consumidores, embora restrinja por uma questão óbvia que são os preços elitistas. Hoje, o mercado de arte se promove por total show off, principalmente pela ferramenta chamada Feira de Arte e pelos tradicionais leilões (<a href="http://www.sothebys.com/en.html">Sotheby&#8217;s</a>, por exemplo) . Existem centenas de feiras que acontecem no mundo. No Brasil, a <a href="http://www.sp-arte.com/web/inicio/?T&amp;2011-SP__ARTE-2011-7">SP-Arte de 2012</a> registrou um volume de vendas declarado de 50 milhões de reais. Estima-se que pode ter chego a até 240 milhões de reais através de outras transações realizadas. Com o mercado nacional de arte minimamente aquecido frente ao volume de vendas internacionais, temos um indicador interessante para trabalhar muitas ferramentas e estratégias de marketing aplicadas para realidade deste mercado. A troca de informações e conhecimento sobre artistas é muito pouca para gerar um interesse e possibilitar a ampliação de um público consumidor. Urge ações que trabalhem a arte como produto de consumo e formação de público. Esse mercado tende a ficar fechado nele mesmo por toda uma questão política que se preserva no sistema das artes. Quando vamos ter a oportunidade de entrar em uma exposição de arte e ver o preço da obra logo abaixo da ficha técnica provocando a relação de consumo? Pode pagar com cartão? Cheque pré-datado? E à vista tem quanto de desconto? Tem muito espaço para todos atores deste mercado crescerem e encarar a arte como algo indissociável de um negócio. Artista tem liquidez ? Se não tem, está fora do circuito.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: right;"><em>Aron Krause</em></p>
<p>O post <a href="http://www.estudionomade.com.br/blog/mercado-de-que-arte-mesmo/">Mercado de que arte mesmo?</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.estudionomade.com.br">Estúdio Nomade</a>.</p>]]></content:encoded>
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		<title>Bioetanol Social para o Mundo</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Jun 2012 13:43:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Projetos]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Cliente: Green Social Bioethanol
Realização: Estúdio Nômade
De maio de 2012 até hoje</p><p>O post <a href="http://www.estudionomade.com.br/projetos/green-bioetanol-social-para-o-mundo/">Bioetanol Social para o Mundo</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.estudionomade.com.br">Estúdio Nomade</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Bioetanol Social para o Mundo</strong><br />
<strong>Cliente:</strong> Green Social Bioethanol<br />
<strong>Realização:</strong> Estúdio Nômade<br />
<strong>De maio de 2012 até hoje</strong><br />
<strong><a href="http://green-social.com" target="_blank">http://www.green-social.com</a></strong></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2595" title="Green Social logo" src="http://www.estudionomade.com.br/wp-content/uploads/2012/06/green-social-logo.jpg" alt="" width="630" height="270" /></p>
<p>Green é uma companhia brasileira com atuação global, focada em comunidades rurais de países em desenvolvimento. Com equipe multidisciplinar, liderada pelo engenheiro Eduardo Cauduro Mallmann, desenvolveu uma tecnologia especial de Mini Usinas, práticas e acessíveis, para a produção de combustível etanol. A Green acredita que processos renováveis de geração de energia contribuem para o empoderamento cidadão e o desenvolvimento social sustentável.</p>
<p>A Estúdio Nômade começou seu trabalho com a Green Social Bioethanol no início de 2012. Desde lá é responsável pelo desenvolvimento estratégico de sua comunicação, orientando seu posicionamento e ativando o relacionamento social.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2579" title="Microdistillery por Green" src="http://www.estudionomade.com.br/wp-content/uploads/2012/06/Microdistillery-por-Green.jpg" alt="" width="640" height="420" />A Nômade assumiu o compromisso com a missão de ampliar a capacidade de transformação que o Bioetanol Social possui, trabalhando para o engajamento efetivo de entidades internacionais, governos e pessoas com essa causa. Para tanto, vai desenvolver linhas de ação com atitudes verdadeiras e congruentes, alinhadas com a visão de um novo cenário de produção energética e desenvolvimento comunitário. Criamos a identidade de marca da Green, seu website e as primeiras peças de comunicação.</p>
<p><a href="http://www.estudionomade.com.br/wp-content/uploads/2012/07/IMG_9211.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-2640" title="IMG_9211" src="http://www.estudionomade.com.br/wp-content/uploads/2012/07/IMG_9211.jpg" alt="" width="642" height="428" /></a></p>
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		<title>URBE &#8211; uma revista de dentro para fora</title>
		<link>http://www.estudionomade.com.br/blog/urbe-uma-revista-de-dentro-para-fora/</link>
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		<pubDate>Thu, 19 Apr 2012 20:05:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>estudionomade</dc:creator>
				<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[opinião]]></category>
		<category><![CDATA[artigo]]></category>
		<category><![CDATA[revista]]></category>
		<category><![CDATA[urbe]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Porto Alegre está recebendo hoje o segundo volume da Revista URBE. A publicação, que ganhou incentivo do Fumproarte, tem um olhar sobre as novas relações com o espaço urbano e sua capacidade de se tornar local de expressão de singularidades. &#8230; <a href="http://www.estudionomade.com.br/blog/urbe-uma-revista-de-dentro-para-fora/">&#43;</a></p><p>O post <a href="http://www.estudionomade.com.br/blog/urbe-uma-revista-de-dentro-para-fora/">URBE &#8211; uma revista de dentro para fora</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.estudionomade.com.br">Estúdio Nomade</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Porto Alegre está recebendo hoje o segundo volume da Revista <strong><a title="revista urbe" href="http://www.revistaurbe.com.br/">URBE</a></strong>.</p>
<p><a href="http://www.estudionomade.com.br/blog/urbe-uma-revista-de-dentro-para-fora/attachment/urbe_2/" rel="attachment wp-att-2475"><img class="alignnone size-full wp-image-2475" title="URBE_2" src="http://www.estudionomade.com.br/wp-content/uploads/2012/04/URBE_2.jpg" alt="" width="564" height="393" /></a></p>
<p>A publicação, que ganhou incentivo do Fumproarte, tem um olhar sobre as novas relações com o espaço urbano e sua capacidade de se tornar local de expressão de singularidades. Não é uma revista de arte urbana, apesar de abarcar muito dessa linguagem, fala de comportamento criativo na cidade.</p>
<p>&#8220;A riqueza iconográfica urbana da contemporaneidade e as novas conexões globais promovem uma revolução visual talvez jamais experimentada em toda a história<br />
da arte. Nas principais metrópoles do mundo, não se discute e promove outra expressão que não a arte que flui, apropria e surge em meio ambiente urbano.<br />
Com a comunicação em rede, a configuração de espaço urbano deixa de obedecer<br />
à cartografia tradicional e passamos a recolher o que as metrópoles<br />
produzem em demasia: imagens.&#8221;</p>
<p>Uma das maiores qualidades dessa Revista é estimular colaboradores locais, ou seja de Porto Alegre (ou residentes), para expressarem de forma crítica e artística suas opiniões sobre temas específicos, que sempre podem ser ampliados. Isse representa uma possibilidade muito interessante de plataforma para se discutir, identificar e analisar tendência de nossa própria terra.</p>
<p>É de extrema importância para o crescimento de uma comunidade exercitar sua capacidade de auto observação. Nesse processo se descobrem potenciais e limitações, podendo valorizar e transformar características. Um grupo que deseja ser como outro, ou não reconhece a sua produção, não desenvolve poder criativo.</p>
<p>Nesse sentido, eu Daniel Caminha, estou orgulhoso de estar contribuindo para essa publicação desde seu primeiro número. Desejo que a revista tome corpo e conquiste seu espaço na cidade, cumprindo sua função de agregar valor e dar visibilidade a nossa cultura urbana de maneira questionadora, não apenas ilustrativa.</p>
<div id="attachment_2476" class="wp-caption alignnone" style="width: 650px"><a href="http://www.estudionomade.com.br/wp-content/uploads/2012/04/IMG_8741.jpg"><img class="size-full wp-image-2476" title="daltonismo_social" src="http://www.estudionomade.com.br/wp-content/uploads/2012/04/IMG_8741.jpg" alt="" width="640" height="427" /></a><p class="wp-caption-text">imagem retirada do artigo Daltonismo Social, de Daniel Caminha.</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: right;"><em>Daniel Caminha</em></p>
<p>O post <a href="http://www.estudionomade.com.br/blog/urbe-uma-revista-de-dentro-para-fora/">URBE &#8211; uma revista de dentro para fora</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.estudionomade.com.br">Estúdio Nomade</a>.</p>]]></content:encoded>
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		<title>TransvençãoLAB</title>
		<link>http://www.estudionomade.com.br/projetos/transvencaolab/</link>
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		<pubDate>Tue, 17 Apr 2012 13:54:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Projetos]]></category>
		<category><![CDATA[lab]]></category>
		<category><![CDATA[media lab]]></category>
		<category><![CDATA[netoworking]]></category>
		<category><![CDATA[projeto]]></category>
		<category><![CDATA[rede colaborativa]]></category>
		<category><![CDATA[transvencaolab]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Realização: Nômade IND
Projeto: Media lab colaborativo
De 2011 até hoje</p><p>O post <a href="http://www.estudionomade.com.br/projetos/transvencaolab/">TransvençãoLAB</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.estudionomade.com.br">Estúdio Nomade</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Realização: </strong>Nômade IND<br />
<strong>Projeto:</strong> Media lab colaborativo<br />
<strong>De 2011 até hoje</strong><br />
<strong><a href="http://www.transvencaolab.net" target="_blank">http://transvencaolab.net</a></strong></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2597" title="transvencaolab logo" src="http://www.estudionomade.com.br/wp-content/uploads/2012/04/transvencaolab-logo.jpg" alt="" width="630" height="270" /></p>
<p>O TransvençãoLAB é uma proposta de media lab para Porto Alegre, um espaço para planejamento e criação de iniciativas de inovação para a cidade.</p>
<p>Com o foco no cruzamento entre ARTE, CIÊNCIA, TECNOLOGIA e SOCIEDADE, o Lab acontece em encontros presenciais, usando a web como instrumento de difusão. Através da gestão colaborativa sentimos as necessidades da cidade, identificamos potenciais criativos e habilidades técnicas, criamos núcleos de trabalho e elaboramos protótipos. São novas possibilidades de relação entre as pessoas e a cidade.</p>
<p><iframe src="http://player.vimeo.com/video/39720668?title=0&amp;byline=0&amp;portrait=0" frameborder="0" width="630" height="355"></iframe></p>
<p>Proposta pela Nômade, a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Transven%C3%A7%C3%A3o">palavra transvenção</a>, utilizada pela primeira vez por Danichi Hausen Mizoguchi no congresso Corpocidade, em Salvador (BA) no segundo semestre de 2008, é um conceito que trata da relação da sociedade com os espaços públicos onde ela circula, a cidade e suas instituições.</p>
<p>Algum tempo depois, o conceito foi colocado em prática no projeto Estante Pública, proposto pela Nomade Ind. (na época formada por Aron Krause Litvin, Bianca Martinez, Daniel Muller Caminha, Danilo Christidis e Lucia Green) em Porto Alegre, onde uma estrutura metálica inutilizada nos abrigos de ônibus foi transformada em estantes para o compartilhamento livre de materiais.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2457" title="Nível 2" src="http://www.estudionomade.com.br/wp-content/uploads/2012/04/nivel-2.jpg" alt="TransvençãoLAB - Nível 2" width="640" height="427" />O TransvençãoLAB está instalado no espaço do <a href="http://www.noscoworking.com.br/" target="_blank">Nós Coworking</a>, em Porto Alegre, o laboratório é aberto a todos os interessados e é dividido em <a href="http://transvencaolab.net/niveis/" target="_blank" class="broken_link">três níveis</a>:</p>
<p>- Nível 1: É o nível de entrada e formação de redes, acessível a todos a partir do <a href="http://transvencaolab.net/cadastro/" target="_blank" class="broken_link">cadastro</a> na plataforma online do projeto. Aqui, a intenção é formar turmas transdisciplinares e heterogêneas;</p>
<p>- Nível 2: Voltado para aqueles que já transitaram pelo primeiro nível e estão familiarizados com a dinâmica do Lab, é o nível de conceituação e produção de protótipos que possam atuar sobre algum ponto crítico das relações urbanas (ex: mobilidade urbana, poluição, segurança e etc);</p>
<p>- Nível 3: É o nível de aplicação ou financiamento de protótipos já maduros, surgidos durante os processos do nível 2;</p>
<p>Hoje o media lab é formado por uma rede transdiciplinar e seus encontros acontecem quinzenalmente em Porto Alegre. Mais informações podem ser obtidas através do e-mail <a href="mailto:oi@transvencaolab.net" target="_blank">oi@transvencaolab.net</a>.</p>
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		<title>Olimpíadas e seus legados: uma oportunidade para exorcizar</title>
		<link>http://www.estudionomade.com.br/blog/olimpiadas-e-seus-legados/</link>
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		<pubDate>Tue, 10 Apr 2012 18:27:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Grandes eventos como as Olimpíadas são criadores em massa de antilugares e isso já é admitido desde a etapa de planejamento (você consegue imaginar o que irá acontecer com o campo de baseball olímpico no Rio após 2016?).</p><p>O post <a href="http://www.estudionomade.com.br/blog/olimpiadas-e-seus-legados/">Olimpíadas e seus legados: uma oportunidade para exorcizar</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.estudionomade.com.br">Estúdio Nomade</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Foi <a href="http://esportes.terra.com.br/jogos-olimpicos/londres-2012/noticias/0,,OI5708809-EI19410,00-Apos+quatro+anos+Pequim+sofre+com+heranca+dos+Jogos.html#tarticle" target="_blank">veiculada ontem no portal Terra</a> uma matéria sobre o legado que os Jogos Olímpicos de 2008 deixaram na cidade de Pequim. A matéria, publicada a partir de<a href="http://www.reuters.com/article/2012/04/09/us-olympics-beijing-legacy-idUSBRE8380X320120409" target="_blank"> reportagem escrita pela agência de notícias Reuters</a>, alertava para o estado de abandono que muitas das obras sofriam hoje, apenas 4 anos após os jogos terem sido realizados.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2445" title="Ginásio de Vôlei" src="http://www.estudionomade.com.br/wp-content/uploads/2012/04/2293583-2772-rec.jpg" alt="" width="619" height="464" />A ocorrência desta situação na China é a consolidação antecipada do pesadelo que muitos tem em relação aos Jogos Olímpicos e a Copa do Mundo serem realizados no Brasil: diversos investimentos para a criação de estruturas que não serão utilizadas após a realização dos jogos. Ou, pior do que isso, estruturas que tornem-se pontos negativos dentro da cidade &#8211; antilugares.</p>
<p>Antilugares são zonas de exclusão dentro de um contexto urbano, espaços que simplesmente não existem na memória nem na percepção da população, lugares que perderam o seu significado. Grandes eventos como as Olimpíadas são criadores em massa de antilugares e isso já é admitido desde a etapa de planejamento (você consegue imaginar o que irá acontecer com o campo de baseball olímpico no Rio após 2016?). Isto, no entanto, não pode ser encarado como algo natural. Antilugares evitam que a experiência urbana atinja seu potencial máximo e devem ser postos em evidência para que a sociedade possa dar uma nova utilidade a estes espaços.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2446" title="Campo de Baseball" src="http://www.estudionomade.com.br/wp-content/uploads/2012/04/2293591-3028-rec.jpg" alt="" width="619" height="464" /></p>
<p>O conceito de &#8220;lugares inexistentes&#8221; circula há alguns anos dentro da academia, a partir da proposição do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Marc_Aug%C3%A9" target="_blank">antropólogo francês Marc Augé</a> em seu livro &#8220;<em>Non-Lieux, introduction à une anthropologie de la surmodernité</em>&#8221; (&#8220;Não-lugares, introdução a uma antropologia da supermodernidade&#8221;, do francês), onde ele introduz o conceito de &#8220;Não-lugar&#8221; como um espaço desprovido de personalidade. O antilugar é ainda mais negativo que os espaços de Augé, pois além de não ter personalidade visível, ele também não cumpre função social alguma.</p>
<p>Nos surpreende muito que seja necessário que uma agência internacional como a Reuters torne clara para o mundo uma situação tão evidente como a chinesa quando a própria população poderia fazer algo a respeito, mobilizando-se por uma cidade mais sua. É com o intuito de empoderar estes cidadãos que querem resolver os antilugares de sua cidade que nós da Nômade criamos o <a href="http://exorcismosurbanos.com" target="_blank">projeto Exorcismos Urbanos</a>, uma plataforma online colaborativa que permite ao usuário pôr em evidência esses espaços para o mundo.</p>
<p>Então, vamos começar a exorcizar?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="http://www.estudionomade.com.br/blog/olimpiadas-e-seus-legados/">Olimpíadas e seus legados: uma oportunidade para exorcizar</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.estudionomade.com.br">Estúdio Nomade</a>.</p>]]></content:encoded>
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		<title>TransvençãoLAB dá o pontapé inicial em 2012</title>
		<link>http://www.estudionomade.com.br/blog/rito/</link>
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		<pubDate>Tue, 03 Apr 2012 14:18:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[notícia]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Nesta quarta-feira vamos relançar o TransvençãoLAB para o ano de 2012. Com a metodologia do media lab reformulada e repensada durante esse hiato de quase 4 meses, resolvemos fazer uma festa para comemorar membros novos, antigos e todos aqueles que &#8230; <a href="http://www.estudionomade.com.br/blog/rito/">&#43;</a></p><p>O post <a href="http://www.estudionomade.com.br/blog/rito/">TransvençãoLAB dá o pontapé inicial em 2012</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.estudionomade.com.br">Estúdio Nomade</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta quarta-feira vamos relançar o <a href="http://transvencaolab.net/" target="_blank">TransvençãoLAB</a> para o ano de 2012.</p>
<p>Com a metodologia do media lab reformulada e repensada durante esse hiato de quase 4 meses, resolvemos fazer uma festa para comemorar membros novos, antigos e todos aqueles que queiram conhecer mais sobre o grupo. É aberto e gratuito para todo mundo.</p>
<p>Mas não vai ser só uma festa. Neste relançamento vamos promover interações entre Arte, Ciência, Tecnologia e Sociedade. Queremos criar um cruzamento entre música, gente, projeções, coworking, cerveja e muita experimentação. O que será que vai surgir disso tudo?</p>
<p>Se você ficou curioso, te esperamos lá no espaço do <a href="http://noscoworking.com.br" target="_blank">Nós Coworking</a> quarta que vem. Anota aí os detalhes:</p>
<p>11 de abril de 2012 &#8211; 21h &#8211; Nós Coworking<br />
Shopping Total &#8211; Prédio 02 &#8211; 5º andar<br />
Av. Cristóvão Colombo, 545 &#8211; Porto Alegre</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="http://www.estudionomade.com.br/blog/rito/">TransvençãoLAB dá o pontapé inicial em 2012</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.estudionomade.com.br">Estúdio Nomade</a>.</p>]]></content:encoded>
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