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	<title>Estúdio Nomade</title>
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	<description>Inteligência em Relação</description>
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		<title>URBE &#8211; uma revista de dentro para fora</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Apr 2012 20:05:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>estudionomade</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Porto Alegre está recebendo hoje o segundo volume da Revista URBE. A publicação, que ganhou incentivo do Fumproarte, tem um olhar sobre as novas relações com o espaço urbano e sua capacidade de se tornar local de expressão de singularidades. &#8230; <a href="http://www.estudionomade.com.br/blog/urbe-uma-revista-de-dentro-para-fora/">&#43;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Porto Alegre está recebendo hoje o segundo volume da Revista <strong><a title="revista urbe" href="http://www.revistaurbe.com.br/">URBE</a></strong>.</p>
<p><a href="http://www.estudionomade.com.br/blog/urbe-uma-revista-de-dentro-para-fora/attachment/urbe_2/" rel="attachment wp-att-2475"><img class="alignnone size-full wp-image-2475" title="URBE_2" src="http://www.estudionomade.com.br/wp-content/uploads/2012/04/URBE_2.jpg" alt="" width="564" height="393" /></a></p>
<p>A publicação, que ganhou incentivo do Fumproarte, tem um olhar sobre as novas relações com o espaço urbano e sua capacidade de se tornar local de expressão de singularidades. Não é uma revista de arte urbana, apesar de abarcar muito dessa linguagem, fala de comportamento criativo na cidade.</p>
<p>&#8220;A riqueza iconográfica urbana da contemporaneidade e as novas conexões globais promovem uma revolução visual talvez jamais experimentada em toda a história<br />
da arte. Nas principais metrópoles do mundo, não se discute e promove outra expressão que não a arte que flui, apropria e surge em meio ambiente urbano.<br />
Com a comunicação em rede, a configuração de espaço urbano deixa de obedecer<br />
à cartografia tradicional e passamos a recolher o que as metrópoles<br />
produzem em demasia: imagens.&#8221;</p>
<p>Uma das maiores qualidades dessa Revista é estimular colaboradores locais, ou seja de Porto Alegre (ou residentes), para expressarem de forma crítica e artística suas opiniões sobre temas específicos, que sempre podem ser ampliados. Isse representa uma possibilidade muito interessante de plataforma para se discutir, identificar e analisar tendência de nossa própria terra.</p>
<p>É de extrema importância para o crescimento de uma comunidade exercitar sua capacidade de auto observação. Nesse processo se descobrem potenciais e limitações, podendo valorizar e transformar características. Um grupo que deseja ser como outro, ou não reconhece a sua produção, não desenvolve poder criativo.</p>
<p>Nesse sentido, eu Daniel Caminha, estou orgulhoso de estar contribuindo para essa publicação desde seu primeiro número. Desejo que a revista tome corpo e conquiste seu espaço na cidade, cumprindo sua função de agregar valor e dar visibilidade a nossa cultura urbana de maneira questionadora, não apenas ilustrativa.</p>
<div id="attachment_2476" class="wp-caption alignnone" style="width: 650px"><a href="http://www.estudionomade.com.br/wp-content/uploads/2012/04/IMG_8741.jpg"><img class="size-full wp-image-2476" title="daltonismo_social" src="http://www.estudionomade.com.br/wp-content/uploads/2012/04/IMG_8741.jpg" alt="" width="640" height="427" /></a><p class="wp-caption-text">imagem retirada do artigo Daltonismo Social, de Daniel Caminha.</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: right;"><em>Daniel Caminha</em></p>
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		<title>TransvençãoLAB</title>
		<link>http://www.estudionomade.com.br/projetos/transvencaolab/</link>
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		<pubDate>Tue, 17 Apr 2012 13:54:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Realização: Nômade IND
Projeto: Media lab colaborativo
De 2011 até hoje]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Realização: </strong>Nômade IND<br />
<strong>Projeto:</strong> Media lab colaborativo<br />
<strong>De 2011 até hoje</strong><br />
<strong><a href="http://www.transvencaolab.net" target="_blank">http://transvencaolab.net</a></strong></p>
<p>O TransvençãoLAB é uma proposta de media lab para Porto Alegre, um espaço para planejamento e criação de iniciativas de inovação para a cidade.</p>
<p>Com o foco no cruzamento entre ARTE, CIÊNCIA, TECNOLOGIA e SOCIEDADE, o Lab acontece em encontros presenciais, usando a web como instrumento de difusão. Através da gestão colaborativa sentimos as necessidades da cidade, identificamos potenciais criativos e habilidades técnicas, criamos núcleos de trabalho e elaboramos protótipos. São novas possibilidades de relação entre as pessoas e a cidade.</p>
<p><iframe src="http://player.vimeo.com/video/39720668?title=0&amp;byline=0&amp;portrait=0" frameborder="0" width="630" height="355"></iframe></p>
<p>Proposta pela Nômade, através do trabalho conceituado para o projeto Estante Pública, a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Transven%C3%A7%C3%A3o">palavra transvenção</a> propõe uma intervenção colaborativa que visa melhorar a relação da cidade com a sua população através de um modelo de auto gestão.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2457" title="Nível 2" src="http://www.estudionomade.com.br/wp-content/uploads/2012/04/nivel-2.jpg" alt="TransvençãoLAB - Nível 2" width="640" height="427" />O TransvençãoLAB está instalado no espaço do <a href="http://www.noscoworking.com.br/" target="_blank">Nós Coworking</a>, em Porto Alegre, o laboratório é aberto a todos os interessados e é dividido em <a href="http://transvencaolab.net/niveis/" target="_blank">três níveis</a>:</p>
<p>- Nível 1: É o nível de entrada e formação de redes, acessível a todos a partir do <a href="http://transvencaolab.net/cadastro/" target="_blank">cadastro</a> na plataforma online do projeto. Aqui, a intenção é formar turmas transdisciplinares e heterogêneas;</p>
<p>- Nível 2: Voltado para aqueles que já transitaram pelo primeiro nível e estão familiarizados com a dinâmica do Lab, é o nível de conceituação e produção de protótipos que possam atuar sobre algum ponto crítico das relações urbanas (ex: mobilidade urbana, poluição, segurança e etc);</p>
<p>- Nível 3: É o nível de aplicação ou financiamento de protótipos já maduros, surgidos durante os processos do nível 2;</p>
<p>Hoje o media lab é formado por uma rede transdiciplinar e seus encontros acontecem quinzenalmente em Porto Alegre. Mais informações podem ser obtidas através do e-mail <a href="mailto:oi@transvencaolab.net" target="_blank">oi@transvencaolab.net</a>.</p>
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		<title>Olimpíadas e seus legados: uma oportunidade para exorcizar</title>
		<link>http://www.estudionomade.com.br/blog/olimpiadas-e-seus-legados/</link>
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		<pubDate>Tue, 10 Apr 2012 18:27:52 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Grandes eventos como as Olimpíadas são criadores em massa de antilugares e isso já é admitido desde a etapa de planejamento (você consegue imaginar o que irá acontecer com o campo de baseball olímpico no Rio após 2016?).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Foi <a href="http://esportes.terra.com.br/jogos-olimpicos/londres-2012/noticias/0,,OI5708809-EI19410,00-Apos+quatro+anos+Pequim+sofre+com+heranca+dos+Jogos.html#tarticle" target="_blank">veiculada ontem no portal Terra</a> uma matéria sobre o legado que os Jogos Olímpicos de 2008 deixaram na cidade de Pequim. A matéria, publicada a partir de<a href="http://www.reuters.com/article/2012/04/09/us-olympics-beijing-legacy-idUSBRE8380X320120409" target="_blank"> reportagem escrita pela agência de notícias Reuters</a>, alertava para o estado de abandono que muitas das obras sofriam hoje, apenas 4 anos após os jogos terem sido realizados.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2445" title="Ginásio de Vôlei" src="http://www.estudionomade.com.br/wp-content/uploads/2012/04/2293583-2772-rec.jpg" alt="" width="619" height="464" />A ocorrência desta situação na China é a consolidação antecipada do pesadelo que muitos tem em relação aos Jogos Olímpicos e a Copa do Mundo serem realizados no Brasil: diversos investimentos para a criação de estruturas que não serão utilizadas após a realização dos jogos. Ou, pior do que isso, estruturas que tornem-se pontos negativos dentro da cidade &#8211; antilugares.</p>
<p>Antilugares são zonas de exclusão dentro de um contexto urbano, espaços que simplesmente não existem na memória nem na percepção da população, lugares que perderam o seu significado. Grandes eventos como as Olimpíadas são criadores em massa de antilugares e isso já é admitido desde a etapa de planejamento (você consegue imaginar o que irá acontecer com o campo de baseball olímpico no Rio após 2016?). Isto, no entanto, não pode ser encarado como algo natural. Antilugares evitam que a experiência urbana atinja seu potencial máximo e devem ser postos em evidência para que a sociedade possa dar uma nova utilidade a estes espaços.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2446" title="Campo de Baseball" src="http://www.estudionomade.com.br/wp-content/uploads/2012/04/2293591-3028-rec.jpg" alt="" width="619" height="464" /></p>
<p>O conceito de &#8220;lugares inexistentes&#8221; circula há alguns anos dentro da academia, a partir da proposição do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Marc_Aug%C3%A9" target="_blank">antropólogo francês Marc Augé</a> em seu livro &#8220;<em>Non-Lieux, introduction à une anthropologie de la surmodernité</em>&#8221; (&#8220;Não-lugares, introdução a uma antropologia da supermodernidade&#8221;, do francês), onde ele introduz o conceito de &#8220;Não-lugar&#8221; como um espaço desprovido de personalidade. O antilugar é ainda mais negativo que os espaços de Augé, pois além de não ter personalidade visível, ele também não cumpre função social alguma.</p>
<p>Nos surpreende muito que seja necessário que uma agência internacional como a Reuters torne clara para o mundo uma situação tão evidente como a chinesa quando a própria população poderia fazer algo a respeito, mobilizando-se por uma cidade mais sua. É com o intuito de empoderar estes cidadãos que querem resolver os antilugares de sua cidade que nós da Nômade criamos o <a href="http://exorcismosurbanos.com" target="_blank">projeto Exorcismos Urbanos</a>, uma plataforma online colaborativa que permite ao usuário pôr em evidência esses espaços para o mundo.</p>
<p>Então, vamos começar a exorcizar?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>TransvençãoLAB dá o pontapé inicial em 2012</title>
		<link>http://www.estudionomade.com.br/blog/rito/</link>
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		<pubDate>Tue, 03 Apr 2012 14:18:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nesta quarta-feira vamos relançar o TransvençãoLAB para o ano de 2012. Com a metodologia do media lab reformulada e repensada durante esse hiato de quase 4 meses, resolvemos fazer uma festa para comemorar membros novos, antigos e todos aqueles que &#8230; <a href="http://www.estudionomade.com.br/blog/rito/">&#43;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta quarta-feira vamos relançar o <a href="http://transvencaolab.net/" target="_blank">TransvençãoLAB</a> para o ano de 2012.</p>
<p>Com a metodologia do media lab reformulada e repensada durante esse hiato de quase 4 meses, resolvemos fazer uma festa para comemorar membros novos, antigos e todos aqueles que queiram conhecer mais sobre o grupo. É aberto e gratuito para todo mundo.</p>
<p>Mas não vai ser só uma festa. Neste relançamento vamos promover interações entre Arte, Ciência, Tecnologia e Sociedade. Queremos criar um cruzamento entre música, gente, projeções, coworking, cerveja e muita experimentação. O que será que vai surgir disso tudo?</p>
<p>Se você ficou curioso, te esperamos lá no espaço do <a href="http://noscoworking.com.br" target="_blank">Nós Coworking</a> quarta que vem. Anota aí os detalhes:</p>
<p>11 de abril de 2012 &#8211; 21h &#8211; Nós Coworking<br />
Shopping Total &#8211; Prédio 02 &#8211; 5º andar<br />
Av. Cristóvão Colombo, 545 &#8211; Porto Alegre</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Cultura, Inovação Social e Economia Criativa: amplo, não? Sim. Não. Talvez.</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Mar 2012 21:20:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>estudionomade</dc:creator>
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		<description><![CDATA[“Quaisquer que sejam as antinomias que se apresentem entre as visões da história que emergem em uma sociedade, o processo de mudança social que chamamos desenvolvimento adquire certa nitidez quando o relacionamos com a idéia de criatividade.” Assim abre o &#8230; <a href="http://www.estudionomade.com.br/blog/cultura-inovacao-social-e-economia-criativa-amplo-nao-sim-nao-talvez/">&#43;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“Quaisquer que sejam as antinomias que se apresentem entre as visões da história que emergem em uma sociedade, o processo de mudança social que chamamos desenvolvimento adquire certa nitidez quando o relacionamos com a idéia de criatividade.” Assim abre o <a href="http://www.cultura.gov.br/site/wp-content/uploads/2011/09/Plano-da-Secretaria-da-Economia-Criativa.pdf">Plano </a>da recentíssima Secretaria da Economia Criativa vinculada ao Ministério da Cultura Federal. Fui aprofundar um pouco mais sobre Celso Furtado, autor dessa citação, e descobri pensamentos absolutamente contemporâneos no que diz respeito à idéia de desenvolvimento social. Uma referência e tanto no entendimento deste tema que vem sendo discutido há muito tempo dentro de um contexto de países emergentes.</p>
<p><a href="http://www.estudionomade.com.br/blog/cultura-inovacao-social-e-economia-criativa-amplo-nao-sim-nao-talvez/attachment/pablo_soto_y_javier_de_la_cueva_big2-439x248/" rel="attachment wp-att-2416"><img class="alignnone size-full wp-image-2416" title="Pablo_Soto_y_Javier_de_la_Cueva_big2-439x248" src="http://www.estudionomade.com.br/wp-content/uploads/2012/03/Pablo_Soto_y_Javier_de_la_Cueva_big2-439x248.jpg" alt="" width="439" height="248" /></a></p>
<p>Existiu toda uma preocupação para conceituação do termo economia criativa por parte da Secretaria como uma primeira reflexão acerca do tema. É interessante ver os movimentos sendo incorporados pelos poderes e alinhados dentro de um discurso que busca uma organização das informações e experiências vividas. Acima de qualquer discurso filosófico, existe um movimento feito há décadas por diversas pessoas que desenvolve as fronteiras da idéia da criatividade cruzada e aplicada em áreas da sociedade com o mesmo intuito: desenvolvimento ou mudança. As contribuições de Shumpeter são fantásticas para uma reflexão sobre a inovação. Quando ele se referia ao ato empreendedor como prática na geração de uma inovação que movimenta e impulsiona uma economia, embora não citado diretamente no capítulo 2 do Plano aqui supracitado, representa a base da construção do argumento apresentado. Aliás, a função inovadora do empreender já começa a perder espaço e importância. Isso porque a inovação está passando a ser uma rotina. Modelos de produção e gestão do conhecimento já eram discutidos há anos para dar conta e vazão a esse ritmo pressionado. Hoje o que fazemos é a mesma questão, porém dentro de um contexto social e tecnológico totalmente diferente o que nos permite criar novas coisas e seguirmos alimentando o ciclo incansável da criatividade.</p>
<p>Dentro desse contexto, destaco o papel e função dos <a href="http://blog.redelabs.org/">midialabs</a>. Existem vários entendimentos do que é um midialab. Vou me ater a falar da experiência que vivo chamado de <a href="http://transvencaolab.net/">transvençãolab</a>. Nosso grupo começou ano passado e conceitualmente é um espaço que encoraja e facilita o cruzamento de quatro grandes áreas de conhecimento: arte, ciência, tecnologia e sociedade. O contexto de criação se dá para a cidade. A implicação com a cidade é clara e é por isso que as pessoas que participam se juntam para criarem protótipos de inovação social. Estamos conseguindo organizar os ímpetos criativos das pessoas e colocando para fora projetos com alto comprometimento de desenvolvimento social. Segundo os caras geniais da <a href="http://ypsite.net/">YProductions </a>em um ensaio sobre a Inovação em Cultura concluem com um pensamento simples: “&#8230;vemos que en ocasiones es más importante hacer creer que una cosa es una innovación que preocuparse por analizar en profundidad en qué consiste la innovación y qué consecuencias estético-cultural-sociales debemos esperar de la misma&#8230;”</p>
<p><a href="http://www.estudionomade.com.br/blog/cultura-inovacao-social-e-economia-criativa-amplo-nao-sim-nao-talvez/attachment/cb_393/" rel="attachment wp-att-2417"><img class="alignnone size-full wp-image-2417" title="cb_393" src="http://www.estudionomade.com.br/wp-content/uploads/2012/03/cb_393.jpg" alt="" width="371" height="403" /></a></p>
<p>Vibro com esse início de reconhecimento do setor da economia criativa. Certamente somos parte desse movimento através não só do pensamento compartilhado como também de projetos em desenvolvimento que movimentam a cena. Trazer um diálogo das marcas que atendemos para esse contexto é o maior desafio que estamos vivendo. Está sendo lindo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: right;"><em>Aron K.L.</em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Jogo de Ser Árvore</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 18:30:28 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Cliente: AES Sul
Realização: Estúdio Nômade
Projeto: Jogo de Ser Árvore
Outubro a Dezembro de 2011]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Cliente:</strong> AES Sul<br />
<strong>Realização:</strong> Estúdio Nômade<br />
<strong>Projeto:</strong> Jogo de Ser Árvore<br />
<strong>Outubro a Dezembro de 2011</strong><br />
<strong><a href="http://www.serarvore.com.br" target="_blank">http://www.serarvore.com.br</a></strong></p>
<p><em>Jogo de Ser Árvore é uma vivência multissensorial de descoberta das árvores e seus poderosos ensinamentos. Dois sábios personagens, o Grande Mestre e sua assistente Raíza, vieram de uma grande floresta e estão viajando pelo mundo, visitando escolas para brincar de ser árvore com as crianças. Nesse jogo não existe apenas um vencedor, todos ganham se conseguirem passar pelo desafio de imaginação criativa, em que cada criança vai encontrar a árvore que mora dentro dela.</em></p>
<p>O Jogo de Ser Árvore foi uma iniciativa realizada a pedido da concessionária de energia <a href="http://www.aessul.com.br/" target="_blank">AES Sul</a> como parte das ações de preservação ambiental da empresa no ano de 2011. A companhia, em acordo com a lei de Reposição de Podas Obrigatórias, estabeleceu parceria com o Departamento de Florestas e Áreas Protegidas (DEFAP) dentro da <a href="http://www.sema.rs.gov.br/" target="_blank">SEMA (Secretaria do Meio Ambiente do Rio Grande do Sul)</a> para desenvolver um novo projeto que, com formato inovador, contemplasse as exigências previstas na lei e também fosse além, aumentando a sua capacidade de transformação social, atuando com maior comprometimento na educação.</p>
<p><iframe src="http://player.vimeo.com/video/35948933?title=0&amp;byline=0&amp;portrait=0&amp;color=1ca1d6" frameborder="0" width="630" height="354"></iframe></p>
<p>Para que este potencial fosse atingido, a Nômade foi chamada para conceber um projeto que trabalhasse a integração da humanidade com a natureza. Lembrando e aproveitando o fato de que 2011 foi estipulado pela ONU como o &#8220;Ano Internacional das Florestas&#8221;, optou-se por criar uma proposta que trabalhava a imagem das árvores como representantes da sabedoria da natureza. O público escolhido foram as crianças da faixa etária entre 8 e 10 anos, pois sabe-se que nessa idade é mais assertivo trabalhar uma mudança de percepção.</p>
<p>A proposta consistia em uma vivência sensorial de caráter lúdico junto aos alunos de escolas públicas do Estado. A dinâmica cria uma experiência de engajamento e, ao mesmo tempo, traz conteúdos importantes a respeito da relação do homem consigo mesmo, com os outros homens e com o planeta.</p>
<p>Uma equipe formada por um coordenador de produção, dois atores e um motorista percorreram o Rio Grande do Sul levando os ensinamentos das árvores, ou como preferimos chamar: O Povo em Pé. A atividade trabalha a tomada de consciência com muita alegria, imaginação e ciência. Mais de 3500 crianças em 60 escolas de 19 cidades participaram do Jogo de Ser Árvore durante os dois meses em que o projeto esteve ativo. Uma logística complexa, mas recompensadora. Você pode ver as fotos no <a href="http://www.flickr.com/photos/serarvore">flickr do projeto</a>.</p>
<p>O jogo, realizado em grupos que variavam entre 25 e 100 crianças, tinha diversas atividades que exploravam o entendimentos dos podres e das necessidades das árvores, as maneiras como podemos aprender e cuidar delas. Durante o jogo as crianças expressavam suas descobertas através de um desenho, ao final recebiam um livro Os <strong>Ensinamentos do Povo em Pé</strong> (abaixo) com exercícios práticos de ecologia ampliada.</p>
<div>
<p><object id="73d58e97-7b91-3f6b-aefb-803c6e252b5f" style="width: 630px; height: 455px;" width="530" height="415" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="menu" value="false" /><param name="wmode" value="transparent" /><param name="src" value="http://static.issuu.com/webembed/viewers/style1/v2/IssuuReader.swf" /><param name="flashvars" value="mode=mini&amp;backgroundColor=%23222222&amp;documentId=111214192356-19b298e407d24df8aec6fcda717a05e7" /><embed id="73d58e97-7b91-3f6b-aefb-803c6e252b5f" style="width: 630px; height: 455px;" width="530" height="415" type="application/x-shockwave-flash" src="http://static.issuu.com/webembed/viewers/style1/v2/IssuuReader.swf" allowfullscreen="true" menu="false" wmode="transparent" flashvars="mode=mini&amp;backgroundColor=%23222222&amp;documentId=111214192356-19b298e407d24df8aec6fcda717a05e7" /></object></p>
</div>
<p>Também integra o projeto uma <a href="http://serarvore.com.br" target="_blank">plataforma web</a> onde os alunos podem dar forma ao seu personagem árvore e compartilhar com o mundo sua expressão dentro de uma floresta virtual.</p>
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		<title>O que é SEO?</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 18:00:33 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Quando falamos em internet, é normal ouvirmos ou lermos algumas expressões recorrentes que não nos são familiares, mas que cada vez mais surgem em contextos de mercado e aplicadas a propostas de projetos que tragam plataformas web em sua estrutura. &#8230; <a href="http://www.estudionomade.com.br/blog/o-que-e-seo/">&#43;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando falamos em internet, é normal ouvirmos ou lermos algumas expressões recorrentes que não nos são familiares, mas que cada vez mais surgem em contextos de mercado e aplicadas a propostas de projetos que tragam plataformas web em sua estrutura. SEO é uma destas expressões.</p>
<p><strong>Search Engine Optimization</strong> (Otimização de Mecanismos de Busca) ou <strong>SEO</strong>, são conjuntos de ações estratégicas que auxiliam uma página ou site a se tornar visível para mecanismos de busca online como o <strong>Google</strong> e o <strong>Bing</strong>. Simplificando: práticas de SEO pretendem arquitetar a informação disponível online de uma maneira que ela entre em sintonia com os algoritmos de cada mecanismo de busca, facilitando com que seja encontrada por usuários que pesquisam assuntos relacionados.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2384" title="where is waldo" src="http://www.estudionomade.com.br/wp-content/uploads/2012/01/where-is-waldo1.jpg" alt="where is waldo" width="920" height="450" /></p>
<p>SEO não é uma ciência exata. Dependendo do buscador, dezenas ou até centenas de fatores são utilizados para ranquear uma determinada página para a busca de uma palavra-chave, quase todos mantidos como absoluto segredo industrial pelas empresas. Especialistas de SEO tentam utilizar os fatores mais conhecidos e testados no mercado, mas mesmo assim implementar uma estratégia de otimização nunca poderá ser garantia de obter a primeira colocação para uma expressão. Obviamente, no entanto, é melhor adotar estas práticas do que não fazer nada e arriscar a invisibilidade na internet.</p>
<p>Já que estamos falando sobre as práticas utilizadas é bom ressaltar que muitas delas são simples estratégias de textualização, enquanto outras podem envolver conhecimentos mais profundos sobre códigos HTML e RP digital. E nem todas são consideradas éticas.</p>
<p>As táticas utilizadas para fazer um site ranquear bem nos mecanismos de busca se dividem em 3 grandes áreas:</p>
<p><strong>White Hat</strong> &#8211; táticas amplamente aceitas e até endossadas pelos buscadores. Ex: Não repetição de páginas, organização de imagens por titulos relacionados, utilização de textos-âncora relevantes, manter um tempo baixo de carregamento da página, utilização de URLs amigáveis e etc;</p>
<p><strong>Black Hat</strong> &#8211; táticas anti-éticas que tem por objetivo enganar o usuário ou o mecanismo de busca, páginas que utilizam práticas de Black Hat podem ser penalizadas ou até totalmente excluídas dos resultados de buscadores. Ex: Keyword stuffing (esconder palavras-chave na estrutura da página invisíveis ao usuário, mas que são identificadas pelos buscadores), link-farming (manter diversas páginas de fachada que linkam para a página que se quer promover), spam em comentários de blogs e redes sociais, entre outras;</p>
<p><strong>Grey Hat</strong> &#8211; táticas neutras que em pequena escala podem ser benéficas para a página e toleradas pelos mecanismos, mas que podem se tornar abusivas e causar a exclusão do site dos resultados. Ex: Repetição de conteúdo textual, compra de links pagos em outros sites (quando não explicitados como publicidade), links mútuos sem associação de conteúdo, e a lista cresce infinitamente;</p>
<p>Na hora de escolher um fornecedor para sua estratégia de SEO é essencial que o cliente entenda os riscos envolvidos para o seu site. Estar excluído de um grande portal como o Google pode significar a morte de uma página e a perda de muito dinheiro.</p>
<p>A Nômade envolve processos de SEO dentro das estratégias de desenvolvimento web para seus projetos, o que permite a nossos clientes obterem uma visibilidade ampliada dentro do ambiente online. Característica que acreditamos serem essenciais para que nossas propostas sejam realmente completas. Ser vísivel no Google é ser vísivel para o mundo!</p>
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		<title>Produtos inspiram sustentabilidade</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Jan 2012 12:19:11 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Consumo consciente é um gesto de grandeza em dias que somos bombardeados de estímulos impulsivos de ter. São pouquíssimas vezes que nos questionamos algumas indagações a respeito da origem do produto que consumimos, como se dá seu processo de fabricação. &#8230; <a href="http://www.estudionomade.com.br/blog/produtos-inspiram-sustentabilidade/">&#43;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Consumo consciente é um gesto de grandeza em dias que somos bombardeados de estímulos impulsivos de ter. São pouquíssimas vezes que nos questionamos algumas indagações a respeito da origem do produto que consumimos, como se dá seu processo de fabricação. Em nosso ambiente mundano absolutamente hiperestimulado, esse tipo de postura de descaso pode parecer normal. Porém, já existe toda uma preocupação constituída em nichos de pessoas que tendem a mudar esse comportamento e, por sorte, inspirar aqueles que ainda não conseguem ver que sim é preciso uma postura um pouco mais crítica de consumir. Sem xiitismos. O papel da indústria obviamente é acompanhar e por que não inspirar esse movimento de consumo consciente ou sustentável. Aliás, vamos entender a partir de agora nesse post que sempre quando for mencionada a palavra sustentabilidade ou sustentável, ela sugere um movimento muito mais ampliado do que apenas uma relação com meio ambiente ou ecologia.</p>
<p>Uma publicação da <a href="http://www.taschen.com/pages/en/catalogue/design/all/04448/facts.product_design_in_the_sustainable_era.htm">Taschen “Product Design in the Sustainable Era”</a> reúne um número significativo de produtos genuinamente sustentáveis que inspiram uma nova relação de consumo. Com todo o brilhantismo das publicações da Taschen, trouxe esse livro de Berlim há 2 meses em que estive na boutique da editora. Algumas semanas antes de estar com esse livro em mãos, a Nômade tinha começado a atender uma empresa que iria começar a desenvolver uma composteira elétrica. Estamos com o desafio de criar o posicionamento dessa marca e iniciar o planejamento de relacionamento. Esse produto não existe no Brasil ainda para vender. Seremos os primeiros. <a href="http://www.maiscommenos.net/blog/2010/08/aprenda-a-fazer-uma-composteira-domestica-passo-a-passo/">Composteira</a>, aliás, é aquela caixa de terra com serragem em que depositamos nosso lixo orgânico + algumas minhocas que se encarregam de decompor de uma forma bacana. Existem várias maneiras de fazer uma composteira inclusive. Bastante difícil para quem mora em apartamento, por exemplo. Nunca vi uma dentro de um apartamento. Porém, a indústria que atendemos desenvolve uma composteira elétrica. Sem sujeira ela consegue transformar nosso lixo orgânico doméstico que produzimos em adubo. Depois de cheia, basta ligar o botão conhecido “on” e ela faz o ciclo da compostagem de forma automática. O lixo agora é adubo. Esse adubo serve para plantar, enriquecer a terra das plantas entre outras funções. Sim, é genial o processo. Estamos no meio do processo de construção da marca, posicionamento, estratégia de lançamento. Certamente todos interessados ficarão conhecendo muito em breve.</p>
<p><a href="http://www.estudionomade.com.br/?attachment_id=inovacao-social"><img class="alignnone size-large wp-image-2368" title="Inovação Social " src="http://www.estudionomade.com.br/wp-content/uploads/2012/01/Taschen-cover-1024x1024.jpg" alt="Inovação Social " width="640" height="640" /></a></p>
<p>O que vale ressaltar também é que esse exemplo de produto é altamente formador e transformador de comportamento. É desse tipo de convergência inteligente da indústria com o mercado de consumo que está todo potencial inspirador de uma nova relação de consumo. A sustentabilidade agregada na sua mais alta capacidade de elasticidade conceitual se mostra muito inspiradora. Como é gratificante estar participando desse processo e compartilhar por aqui os movimentos que irão surgindo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: right;"><em>Aron K.L</em></p>
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		<title>Ecologia Ampliada</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Jan 2012 12:40:07 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>A expressão, que figura como título desse texto, surgiu a partir da construção do projeto <strong><a href="http://www.serarvore.com.br">Jogo de Ser Árvore</a></strong>, concebido pela Nômade em 2011. A melhor forma de um conceito nascer é a partir de uma necessidade prática, quando para explicar uma atitude, ou ação, se faz preciso um novo nome que a caracterize como ocorreu com a palavra <strong><a href="http://transvencaolab.net" target="_blank">Transvenção</a></strong>. Não vamos afirmar que a expressão Ecologia Ampliada é um novo conceito, não poderíamos dizer isso, até por que percebemos sua presença em diversas propostas atuais. Porém, para nossa surpresa existem poucas, ou nenhuma, referência sobre o tema quando feita uma <strong><a href="http://www.google.com.br/#sclient=psy-ab&amp;hl=pt-BR&amp;site=&amp;source=hp&amp;q=ecologia+ampliada&amp;oq=ecologia+ampliada&amp;aq=f&amp;aqi=&amp;aql=&amp;gs_sm=e&amp;gs_upl=271l1222l0l1324l7l7l0l3l1l3l599l2172l4-1.3l4l0&amp;bav=on.2,or.r_gc.r_pw.,cf.osb&amp;fp=133de200015e99d5&amp;biw=1280&amp;bih=656">pesquisa simples</a></strong>  em mecanismos de busca online.<br />
Por conta disso, nos sentimos no dever de compartilhar o que queremos dizer com essa expressão e um pouco do que aprendemos com ela.</p>
<p><img class="size-full wp-image-2353 aligncenter" title="sustentabilidade-meio-ambiente-ecologia-profunda" src="http://www.estudionomade.com.br/wp-content/uploads/2012/01/sustentabilidade-meio-ambiente-ecologia-profunda.jpg" alt="sustentabilidade-meio-ambiente-ecologia-profunda" width="309" height="318" />Bom, em primeiro lugar podemos pensar o sentido da palavra <strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ecologia">ecologia</a></strong>. Segundo sua etimologia, o significado advindo do grego, seria “estudo da casa”. Sua primeira citação é datada de 1869, onde foi usada para designar o estudo da relação entre os seres vivos e o lugar onde vivem. Atualmente, a palavra ecologia se tornou muito forte nos processos de ensino aprendizagem, tanto no sistema de educação formal, quanto dentro das empresas, como um atributo importante para boas práticas. O “estudo da casa”, ou a “consciência sobre a nossa relação com a natureza/planeta” é fundamental para o planejamento de projetos que visam o desenvolvimento socioeconômico sustentável. Ok, com isso sabido, o que pode então ser ampliado nessa expressão?</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2355" title="ecologia de conexões profundas" src="http://www.estudionomade.com.br/wp-content/uploads/2012/01/eco_amp11.jpg" alt="ecologia de conexões profundas" width="630" height="431" /><br />
Ao longo do seu uso e pela própria semântica da palavra, a ideia de ecologia ficou muito ligada a um cuidado com a natureza, as florestas e aos animais. O paradigma antropocêntrico, estrutura de pensamento do século XX, coloca o homem como responsável e causador de todos os processos negativos e positivos em relação à natureza, sendo esta um agente passivo, vítima das ações e atividades do homem. A partir desse raciocínio diversas propostas de preservação e tomada de consciência ecológica foram desenvolvidas, por motivos óbvios colocando sempre a natureza como a ponta fraca e desfavorecida, afinal é o homem que está no centro de comando.<br />
Pois bem, em uma perspectiva contemporânea, já não cabe uma visão de mundo antropocêntrica, o ser humano é mais um agente dentro de uma complexa rede que se renova e complementa. A visão sistêmica amplia o olhar e não aceita lógicas deterministas de causa e efeito, a realidade é complexa, construída a partir de diversas forças. Nesse sentido não existe um centro, um único responsável organizador da vida. O conceito de <strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Autopoiese">autopoiese</a></strong>, termo cunhado pelos biólogos e filósofos chilenos Francisco Varela e Humberto Maturana, determina a capacidade de autonomia da vida em ser gerada a partir do seu próprio organismo, que se regula e atualiza conforme sua necessidade. Esse é um ponto chave para o entendimento e o respeito pela autonomia dos seres.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2356" title="escultura poietica" src="http://www.estudionomade.com.br/wp-content/uploads/2012/01/escultura-poietica.jpg" alt="escultura poietica" width="372" height="256" /><br />
Com isso vemos que é muita petulância da parte do homem querer entender e “cuidar” da natureza a partir de um olhar determinístico sobre ela. Aqui se faz necessário o exercício da <strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Empatia">empatia</a></strong>, movimento que pratica a experiência de ocupar um outro ponto de vista, em termos simples significa colocar-se no lugar do outro, seja uma pessoa ou um objeto. <strong>Então, a expressão Ecologia Ampliada visa marcar essa distinção de paradigma, onde não se entende a natureza como um objeto passivo, submetido às intenções do homem. A natureza, nesse sentido, passa a ser um complexo sistema com múltiplas inteligências específicas, dentre elas o homem com suas lógicas, processo e invenções.</strong></p>
<p>O posicionamento de uma educação que usa da Ecologia Ampliada vai buscar a conexão sensorial da pessoa com seu objeto de estudo, por que a compreensão não passará apenas pela lógica racional. Essa é uma criação humana. Vai buscar nas sensações, na percepção sensível, as nuances. Claro que, como seres humanos não conseguimos livrar-nos do pensamento concreto, mas podemos buscar ir além dele. Na Ecologia Ampliada vamos ver a relação complexa entrando em contato com nós mesmos, nossa casa/corpo, com os outros homens e com todo o planeta/universo como um todo. A integração  dessas áreas é a própria ecologia, onde podemos entender a complementaridade e interdependência dos seres, desde o mais pequeno e invisível, até o maior e mais inteligente. <strong>Nenhum deles está no centro da natureza</strong>.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2357" title="wpid-dznthe-autopoiesis-of-architecture-by-patrik-schumacher-5" src="http://www.estudionomade.com.br/wp-content/uploads/2012/01/wpid-dznthe-autopoiesis-of-architecture-by-patrik-schumacher-5.gif" alt="" width="468" height="331" /></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>2012 está aqui&#8230;</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Dec 2011 14:00:49 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Nossa mensagem de final de ano para o mundo!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em 2011 percorremos caminhos novos. Fazendo jus ao nosso nome, ampliamos horizontes e descobrimos pessoas que partilham a nossa visão de um mundo onde a comunicação pode ser eficiente e ao mesmo tempo gerar frutos para que a sociedade se desenvolva. Ficamos contentes em descobrir que neste ano o mercado se tornou mais receptivo à integração com propostas de cultura, educação e arte, três conceitos que sempre estiveram por trás de todos os projetos criados pela Nômade.</p>
<p>O ano que passou significou crescimento, mas também desafios. Nos mantivemos fiéis à nossa proposta de constante inovação através de projetos de <a href="http://agora.art.br" target="_blank">mostra de arte/inovação social</a> e <a href="http://serarvore.com.br">ecologia ampliada</a>, além de termos criado o <a href="http://transvencaolab.net" target="_blank">primeiro media lab de Porto Alegre</a>. Esses novos elementos foram incorporados à nossa bagagem e adicionaram muito ao <em>know how</em> do grupo. Nos mudamos para novos ambientes &#8211; tanto no mundo &#8220;real&#8221; quanto no virtual, se é que existe essa diferença hoje em dia -, viajamos e nos atualizamos. Tudo contribuiu para que agora viremos o ano mais completos e ainda mais obstinados do que há 365 dias.</p>
<p>Apenas palavras, no entanto, não servem para descrever o caminho que percorremos. Por isso, reunimos no vídeo abaixo algumas das imagens que nos marcaram ao longo deste percurso. Somos todos Nômades!</p>
<p>Que 2012 seja 15 vezes melhor!</p>
<p>Um grande abraço e feliz ano novo a todos,<br />
Grupo Nômade</p>
<p>p.s.: entraremos em recesso do dia 23/12 ao 02/01.</p>
<p><iframe src="http://player.vimeo.com/video/34023207?title=0&amp;byline=0&amp;portrait=0" frameborder="0" width="640" height="370"></iframe></p>
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